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O Observatório da Coexistência Humano-Animal reúne milhares de notícias selecionadas, monitoradas e organizadas diariamente.
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Ao reconhecer a prevenção do abandono, a acumulação de animais e a convivência harmoniosa entre animais e comunidade, o DPDA aproxima a política pública da realidade da Coexistência Humano-Animal.
Coexistência Humano-Animal e o Artigo 225 da Constituição
O Observatório Nacional da Coexistência Humano-Animal disponibiliza dois documentos para consulta pública que propõem uma reflexão simples:
Será que estamos medindo apenas procedimentos ou também os resultados produzidos na convivência entre pessoas e animais?
Inspirados pelo Artigo 225 da Constituição Federal, que garante a todos o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e à sadia qualidade de vida, os documentos defendem que a coexistência humano-animal deve ser compreendida como parte desse direito constitucional.
Abandono, superlotação de abrigos, voluntariado, controle populacional, saúde coletiva, qualidade de vida e organização comunitária fazem parte de um mesmo sistema.
📄 A Coexistência Humano-Animal e a Dimensão Esquecida da Sadia Qualidade de Vida
https://drive.google.com/file/d/1S5ZmtgT4v7SPfjZLQo1QTD4fCe0RA7S2/view
📄 Sistematização da Coexistência Humano-Animal
https://drive.google.com/file/d/1rvMshLH0eGAS7_x2sEDnshNKsPBw3Lj-/view
A leitura é aberta a gestores públicos, pesquisadores, membros do Ministério Público, universidades, organizações da sociedade civil, profissionais e cidadãos interessados na construção de uma convivência mais equilibrada entre seres humanos e animais.
O caso Orelha revelou como a comoção pode mobilizar milhões, mas também gerar desconfiança.
https://www.uai.com.br/uainoticias/2026/05/09/nao-quero-que-eles-voltem-a-sofrer-mulher-com-cancer-pede-adocao-para-seus-caes-lucy-e-felipe/A relação humano-animal avança para um novo patamar no Brasil. Tramita na Câmara dos Deputados um projeto que busca garantir a visita de animais de estimação a pacientes internados em hospitais. A proposta reconhece algo cada vez mais evidente: vínculo também é saúde. Mais do que afeto, a presença do animal pode representar apoio emocional, recuperação e humanização do cuidado hospitalar. Um marco simbólico da coexistência humano-animal no país.
https://caesegatos.com.br/comissao-camara-projeto-visita-pets-pacientes/

Isso não é exceção.
É um problema real — e
recorrente.
Hoje, quando um tutor
morre:
os animais ficam sem
destino
voluntários seguram a
emergência
o Estado chega depois
(quando chega)
E fica a pergunta:
·
por que não existe estrutura
pública pra isso?
Estamos falando de:
·
saúde pública
·
prevenção de abandono
·
apoio a quem já faz o trabalho na
ponta
E sim — nossos impostos
também são pra isso.
Não é sobre criar mais
gasto.
É sobre organizar melhor o
que já existe.
No fim…
Quem acolhe precisa de suporte. Só isso.
A responsabilidade do poder público na causa animal
envolve estrutura, apoio a voluntários e políticas públicas contínuas para
evitar abandono de animais. Sem isso, cães e gatos seguem dependendo de ações
emergenciais, mantendo um ciclo recorrente de sofrimento que poderia ser
prevenido.
Atualização:
Novo
Hamburgo (RS) apontou um caminho simples: apoio a lares temporários.
Novo
Hamburgo formaliza termo para fortalecer programa de lar temporário de animais
Prefeitura abre cadastro para mapear protetores independentes e ONGs da causa animal em Jacareí